Focos do mosquito transmissor aumentaram em casas e prédios da capital.
UFMG está desenvolvendo método contra o aedes aegypti.

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) de janeiro apontou um crescimento no percentual de focos do mosquito transmissor da dengue e da chikungunya, em casas e prédios de Belo Horizonte. O índice cresceu 4% de 2014 para 2015, e está em 84%. Para combater o mosquito, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma nova tecnologia.
Postado por: Isabella Bittar
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